CONCILIAÇÃO DE PASSIVO FISCAL

O passivo pesa.
O plano precisa
caber no caixa.

Revisão dos débitos, análise da capacidade de pagamento e estratégia de negociação para reorganizar o passivo tributário da sua empresa.

Analisar meu passivo fiscal ↗
Análise de documentos e indicadores financeiros em reunião

A capacidade da empresa orienta a estratégia.

O QUE FAZEMOS

Uma visão completa
da dívida fiscal.

O trabalho começa pelo que a empresa deve, por que deve e quanto consegue pagar. A Franchi reúne análise jurídica e financeira para avaliar alternativas administrativas e judiciais conforme cada situação.

Para quem faz sentido
Empresas com dívida ativa, restrições fiscais ou parcelamentos que pressionam o caixa, nos regimes Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

01

Auditoria dos débitos

Levantamento de débitos federais, estaduais e municipais, com revisão de encargos, inconsistências e possíveis nulidades.

02

Capacidade de pagamento

Análise de faturamento, caixa e situação econômico-financeira para fundamentar uma proposta viável.

03

Estratégia de negociação

Avaliação de modalidades de transação, prazos, descontos e condições disponíveis para o perfil da empresa.

04

Acompanhamento do acordo

Monitoramento dos compromissos e da evolução do passivo para apoiar a regularidade da operação.

CAMINHOS POSSÍVEIS

Cada dívida pede
uma estratégia.

As soluções podem ser contratadas separadamente ou de forma integrada. O diagnóstico define o caminho e as condições que podem ser pleiteadas.

01

Transação tributária

Análise da inscrição, da capacidade de pagamento e das modalidades disponíveis, com preparação da proposta e acompanhamento junto ao órgão competente.

02

Revisão da capacidade de pagamento

Exame das informações econômico-fiscais e dos elementos que podem fundamentar um pedido de revisão da classificação.

03

Viabilidade econômica e faturamento

Elaboração de estudo para avaliar alternativas de pagamento compatíveis com a operação. Vinculação ao faturamento e medidas judiciais dependem de cabimento e decisão competente.

COMO FUNCIONA

Um caminho claro.
Do diagnóstico à ação.

01

Mapear o passivo

Reunimos extratos, inscrições, parcelamentos e dados financeiros da empresa.

02

Revisar a dívida

Examinamos a composição dos débitos, encargos e questões de prescrição ou decadência aplicáveis.

03

Desenhar a proposta

Preparamos o estudo de viabilidade e a estratégia de composição conforme a capacidade da operação.

04

Negociar e acompanhar

Conduzimos as medidas cabíveis e acompanhamos a análise, a formalização e o cumprimento do acordo.

ANTES DE COMEÇAR

As respostas
que ajudam
a decidir.

Converse com a equipe para entender como a solução se aplica ao seu caso.

Minha empresa já tem um parcelamento. Pode ser analisado?

Sim. O diagnóstico considera os acordos vigentes e as alternativas disponíveis. A avaliação não autoriza interromper pagamentos: qualquer alteração exige orientação específica e formalização adequada.

Qual a diferença para um parcelamento comum?

A atuação inclui auditoria do débito e avaliação da capacidade financeira, além da escolha da modalidade de negociação. Prazos, entrada e descontos dependem das regras aplicáveis e da análise do órgão responsável.

É possível melhorar o fluxo de caixa?

O objetivo é buscar compromissos compatíveis com a operação. O efeito depende das condições efetivamente aprovadas e do planejamento financeiro da empresa.

Empresas sem atividade também podem ser atendidas?

A situação cadastral, o histórico da dívida e a existência de receitas precisam ser avaliados. Alternativas vinculadas ao faturamento exigem documentação que demonstre a atividade e a capacidade de pagamento.

A negociação garante o retorno ao Simples Nacional?

Não. O reenquadramento depende de requisitos próprios, prazos e regularidade fiscal. A equipe avalia o caso e as medidas cabíveis.

VAMOS CONVERSAR

O próximo passo começa
pelo seu cenário.

Conte à Franchi o que sua empresa precisa. Nossa equipe orienta a análise e apresenta os caminhos disponíveis.

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Descontos, prazos, entradas e medidas de suspensão dependem da modalidade, da elegibilidade do contribuinte e da aprovação competente. A análise não garante redução da dívida nem paralisa automaticamente cobranças.